quinta-feira, 7 de maio de 2015

Paralisação 14 de maio

Caros colegas.

No último dia 29 de abril realizamos assembleia unificada via vídeo-conferência. O conjunto de colegas presentes apontou para a necessidade de mobilização da categoria visando o indicativo de greve e o acompanhamento da agenda nacional do ANDES-SN.

A assembleia encaminhou a participação da categoria docente da UNIPAMPA na paralisação nacional que ocorrerá no dia 14 de maio. Neste dia, além de paralisarmos as atividades e dialogarmos sobre nossas pautas, será feita uma assembleia geral para avaliar o movimento e mobilizar para a discussão do indicativo de greve do final de maio (entre os dias 25 e 29). A assembleia ocorrerá às 17h e poderá ser acompanhada nos campus via vídeo-conferência.

Convocamos, portanto, todos os colegas da UNIPAMPA, para paralisarem e organizarem atividades de mobilização no dia 14 de maio.

Os últimos cortes na educação pública, que giram em torno de 7 bilhões de reais, a desestabilização e provável extinção da carreira docente na universidade pública via OS e a situação de precariedade no trabalho, apontam urgente para esta mobilização.

Portanto conclamamos todos os colegas para nos mobilizarmos neste dia 14 de maio!

Principais eixos da pauta do dia 14 de maio:

- Defesa do caráter público da educação e a garantia da função social das IFE em prol da classe trabalhadora.
- Projeto de carreira única do ANDES-SN para o magistério federal.
- Condições de trabalho e salário decentes.
- Luta contra a reforma da previdência  (revogando as MPs 664 e 665/2014).

Saudações sindicais,

Diretoria da SESUNIPAMPA



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Um comentário:

  1. Caros,

    Ingressei recentemente no serviço público federal como docente do ensino superior, adjunto 1A(doutor). Abri mão de bom salário, dissídio e FGTS em uma empresa privada, já consciente da não integralidade da aposentadoria, mas certo de que a emenda da meta atuarial havia sido aprovada. Engano meu. Dessa forma, temo que aderir ao funpresp e aguardar, ansiosamente, que o mesmo não dê prejuízos em 30 anos parece ser a única alternativa disponível ao novo servidor.

    Como tenho visto pouca movimentação a respeito recentemente, gostaria de questionar-lhes se ainda há alguma mobilização concreta do sindicato no sentido de derrubar a lei votada às pressas e restaurar a dignidade dos servidores das universidades ao menos, ou se, como servidor da "quarta geração", devo me resignar e aceitar o chamado "novo paradigma" da previdência, com um futuro repleto de incertezas.

    Um grande abraço e muita força nessa luta!

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