sexta-feira, 17 de março de 2017

Junte-se a nós nesta petição!

Olá,

Eu acabei de assinar esta petição – você quer se juntar a mim? É um assunto muito importante e sua ajuda será de grande valia. Clique aqui para ver como assinar também:
https://secure.avaaz.org/po/petition/Reitoria_da_Universidade_Federal_do_Pampa_Suspendam_a_exoneracao_da_Professora_Leticia_Ferreira/?eemail&utm_source=sharetools&utm_medium=email&utm_campaign=petition-406656-Reitoria_da_Universidade_Federal_do_Pampa_Suspendam_a_exoneracao_da_Professora_Leticia_Ferreira&utm_term=noHash%2Bpo

Reitoria da Universidade Federal do Pampa: não exonerem a Professora Letícia de Faria Ferreira

As lutas contra o assédio e as práticas espúrias em nossas universidades são uma política de nosso sindicato. A direção da Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal do Pampa (Sesunipampa) vem a público apoiar a companheira Leticia de Faria Ferreira, lotada no campus Jaguarão e se posicionar contrária a qualquer possibilidade de exoneração da referida colega, bem como refutar todas as práticas incoerentes da atual gestão da Reitoria que age neste caso de forma contrária ao interesse público, desrespeitando decisão da Justiça Federal, bem como da Comissão de Ética da universidade.Nossa colega está sendo acusada injustamente pela sua própria universidade por ter corajosamente denunciado práticas impróprias durante concurso público em que era componente da banca. Não é possível aceitar que uma servidora, ciente de suas responsabilidades, seja exonerada por ter denunciado a corrupção que, infelizmente, faz parte das nossas instituições.Não toleraremos qualquer prática de assédio moral! Somos pela investigação criteriosa e justa!Todo apoio à docente Leticia de Faria Ferreira!

Obrigado,

Direção Sesunipampa!

VI ENCONTRO REGIONAL RS DO ANDES-SN




Porto Alegre, 15 de março de 2017.

       CIRCULAR  05- 17- SRRS   


      De: Secretaria Regional RS do ANDES-SN
      Para: Seções sindicais do ANDES  no RS ; Diretoria regional RS;
      C/C:  Secretaria ANDES -BSB

ASSUNTO:  XVI  ENCONTRO REGIONAL RS DO ANDES-SN
Companheiros,
Nos dias 31/03/17 e 01/04/17 realizaremos na cidade de Pelotas/RS o XVI  ENCONTRO REGIONAL RS DO ANDES-SN.
Lembramos que nao enviaremos material impresso e as seções sindicais do ANDE no RS devem reproduzir caso queiram faze-lo.
     Em anexo estamos enviando o material de divulgação do encontro e a programação das atividades   
     que ocorrerão nos endereços abaixo:  
            
31/03 – 14h (Abertura) : Centro de Artes da UFPel - Rua Cel. Alberto Rosa, 62
01/04/ - 09h: ADUFPel -  Rua Major Cícero, 101 – Centro Pelotas/RS
      Contamos com a participação de todos e todas!
      Saudações sindicais,
     Prof.  Caiuá Cardoso  Al -Alam
     1º secretário da SRRS do ANDES-SN








SECRETARIA REGIONAL DO RIO GRANDE DO SUL
                Av. Protásio Alves, 2657 – Sala 303 CEP: 90410-002 -  P. Alegre – RS   Fone/Fax: (51) 3061-5111





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Diretoria da SESUNIPAMPA


#15M: o Brasil parou contra a Reforma da Previdência

Data: 16/03/2017
Foi uma mobilização como há muito tempo não se via. Milhares de pessoas paralisaram suas atividades na última quarta (15), Dia Nacional de Greves, Protestos e Paralisações contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/16, da contrarreforma da Previdência. Os atos de rua também tiveram grande adesão. Em São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), mais de 100 mil pessoas participaram. Em Belo Horizonte (MG) foram 60 mil, e, em Curitiba (PR), 50mil.
Além do combate à PEC 287/16, também estava na pauta dos manifestantes o rechaço à contrarreforma Trabalhista, Projeto de Lei (PL) 6787/16, e aos demais ataques que os governos federal, estaduais e municipais tentam desferir aos direitos dos trabalhadores. A data marcou, ainda, a deflagração de greve dos professores de educação básica. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), professores de 13 estados e do Distrito Federal estão em greve desde a quarta-feira (confira a lista ao final da matéria).
Em São Paulo, a maior manifestação do dia lotou a avenida Paulista. Mais de 100 mil pessoas se manifestaram contra os ataques à Previdência pública e contra o governo de Michel Temer. Mesmo com as ameaças de retaliação por parte dos governos paulista e paulistano, houve paralisação dos metroviários e de parte dos rodoviários. O apoio popular à luta contra a PEC 287 foi tão grande que chegou a furar o bloqueio da imprensa hegemônica.
No interior paulista, na região metropolitana, e no litoral houve forte mobilização operária. Em São José dos Campos, os trabalhadores da GM atrasaram a entrada ao trabalho em 3 horas. Na Embraer também houve atraso na entrada e ato público. E em Jacareí os metalúrgicos da montadora chinesa Cherry decretaram greve por 24 horas. Foi realizada uma greve da Volks em São Bernardo do Campo, e os petroleiros da Refinaria de Capuava, em Mauá, também cruzaram os braços. Em Santos, os portuários pararam e tiveram que enfrentar a repressão da Polícia Militar. Os motoristas de ônibus pararam 100% das linhas nas cidades de Santos, Guarujá, Praia Grande e Cubatão.
No Rio de Janeiro, a manifestação foi a maior desde junho de 2013, levando mais de 100 mil pessoas ao centro da cidade. Uma das faixas da ponte Rio-Niterói foi bloqueada logo cedo e os trabalhadores dos correios do município do Rio não entraram para trabalhar. Um ato de mulheres ocupou a sede do INSS na capital fluminense durante o dia, com ativa participação da base do ANDES-SN.
Houve grande repressão policial após a dispersão do ato carioca. A professora e ativista da Aldeia Maracanã, Mônica Lima, sofreu três fraturas na perna e deve passar por cirurgia após agressão da Guarda Municipal. A Polícia Militar também lançou bombas de gás nas dependências do prédio do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais e do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Em Belo Horizonte, 60 mil pessoas participaram de um ato pela manhã. Paralisaram suas atividades os professores estaduais e municipais, metroviários, servidores públicos federais e estaduais, eletricitários e correios. Houve, ainda, atos e manifestações em Uberaba, Uberlândia, Varginha, Poços de Caldas, Pouso Alegre, Governador Valadares, Montes Claros e São Francisco. Em Juiz de Fora, o ato unificado contou com cerca de 30 mil manifestantes.
Em Curitiba, 50 mil pessoas protestaram no Centro Cívico. Cruzaram os braços metalúrgicos, motoristas e cobradores, carteiros, bancários, servidores das universidades federais, servidores municipais, professores e funcionários da educação estadual, professores da rede municipal, agentes penitenciários, policiais civis, servidores da saúde estadual e petroleiros.
Em Recife (PE), 40 mil pessoas saíram às ruas. Em Fortaleza (CE) e Salvador (BA), os números de manifestantes chegaram a 30 mil. Em Goiânia (GO), foram 13 mil e, em Belém (PA), 6 mil. 10 mil pessoas se reuniram em Porto Alegre (RS) para lutar contra a PEC 287, e 5 mil em Brasília (DF), onde os manifestantes ocuparam durante quase todo o dia a sede do Ministério da Fazenda.
Avaliação
Eblin Farage, presidente do ANDES-SN, afirma que houve grande adesão das seções sindicais à paralisação e às manifestações contra a PEC, e ressalta a importância do Sindicato Nacional na construção dos atos unificados. “A participação do ANDES-SN foi muito positiva. Fomos protagonistas na articulação nos estados, sempre prezando pela construção da unidade com as centrais, sindicais e movimentos sociais”, diz.
“A avaliação é muito positiva. Ficamos animados com as mobilizações, porque elas mostraram que, quando a classe trabalhadora quer, as entidades sindicais são capazes de construir lutas unificadas. Foi a maior manifestação desde 2013, com diferença fundamental, que é que as manifestações de ontem foram organizadas por entidades da classe”, completa a docente.
Sobre as próximas ações, a presidente do ANDES-SN afirma que é necessário construir, ainda no mês de março, um grande ato nacional em Brasília contra a PEC 287. “Agora não podemos esmorecer. Temos que intensificar a mobilização nas ruas, porque essa é a única linguagem que o governo entende. No dia 14, o relator da PEC 287 deveria ter divulgado o cronograma de votação da proposta, mas ainda não o fez. Nossa avaliação é que o governo está inseguro, e sua base começa a se dividir. A nossa pressão está surtindo efeito, e temos que seguir pressionando os deputados nos estados”, conclui Eblin Farage.
Com informações de CSP-Conlutas, Aduff-SSind, EBC, Mídia Ninja e CNTE. Imagens de Mídia Ninja.

Docentes da educação básica em greve (fonte: CNTE)
Alagoas
Bahia
Distrito Federal
Goiás
Mato Grosso do Sul
Minas Gerais
Paraíba
Paraná
Pernambuco
Rio Grande do Norte
Rio Grande do Sul
Rondônia
São Paulo
Sergipe


Fonte: ANDES-SN

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

NOTA PÚBLICA DE APOIO À DOCENTE LETÍCIA FERREIRA

Ao longo da história a Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior (ANDES-SN) vem lutando contra as práticas de assédio moral que assolam cotidianamente os/as docentes das nossas universidades.
As lutas contra o assédio moral e as práticas espúrias, que vem se intensificando nas distintas instituições de ensino superior, fazem parte da política de nosso sindicato e para a Seção Sindical dos Docentes da UNIPAMPA (SESUNIPAMPA) não é diferente.
A direção da SESUNIPAMPA vem a público, através da presente nota, apoiar a colega Letícia de Faria Ferreira, lotada no Campus Jaguarão.
A colega participou como membro da banca de um processo de seleção docente na instituição, realizado no mês de julho de 2015 (Edital nº 119/2015, no Campus São Borja) e recomendou averiguações a órgãos competentes de nossa universidade sobre possíveis irregularidades no dito concurso. Ao observar tais irregularidades, a professora comunicou-as junto à direção do Campus São Borja, à coordenação do Curso de Ciências Humanas, à Comissão de Ética e à ouvidoria da Unipampa.
Denúncias de irregularidades também foram feitas por candidatos que concorreram neste mesmo concurso (clique aqui para acompanhar o processo), e vieram a ser acatadas e investigadas pela Justiça Federal, Ministério Público Federal assim como pela Comissão de Ética da Unipampa. Em dezembro de 2015, a Justiça Federal determinou que o concurso permanecesse suspenso até que se encerrassem as devidas apurações (clique aqui para ver uma das manifestações do MPF).
A despeito dessa decisão, até então seguida pela gestão anterior (veja aqui a suspensão), a Reitoria recentemente empossada (2016-2019) homologou o concurso (clique para baixar) e nomeou o candidato (ver p. 204), desconsiderando a instância interna responsável pela apuração dos eventos do referido concurso, ou seja, a Comissão de Ética, que ainda não terminara sua apuração.
A Justiça Federal suspendeu a nomeação feita e, a partir destes fatos, a servidora passou a responder diversas intimações advindas da Reitoria. A atual gestão da universidade desrespeitou uma decisão judicial e ainda desconsiderou o trabalho e decisão da Comissão de Ética, que deferiu a denúncia realizada pela nossa colega.
A servidora continua a receber intimações, mesmo a despeito de sua defesa, que vem demonstrando a incoerência na postura da atual gestão da universidade. Leticia de Faria Ferreira corre o risco de ser exonerada do magistério superior apesar de ter denunciado práticas espúrias na universidade.
A direção da SESUNIPAMPA se posiciona contra qualquer possibilidade de exoneração da referida colega, ao mesmo tempo que refuta todas as práticas da atual gestão da Reitoria contrárias ao interesse público, quando desrespeita uma decisão da Justiça Federal e indefere decisão da Comissão de Ética da universidade.
Não toleraremos qualquer prática de assédio moral!

Todo apoio à docente Leticia de Faria Ferreira!

Assine a petição contra a exoneração da colega Letícia e investigação dos procedimentos adotados pela UNIPAMPA para tratar deste caso:

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Atividade de Formação Sindical - 30/01 - segunda-feira - 14h - Campus Jaguarão

A Sesunipampa, Sindipampa e Simca (Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha) promovem atividade de formação sindical conjunta na próxima segunda-feira, dia 30 de janeiro, às 14h, no hall de entrada do Campus Jaguarão da Unipampa. 

O debate gira em torno da tarefa permanente dos sindicatos de mobilizar, a partir das suas bases, trabalhadoras e trabalhadores principalmente na atual conjuntura de ataque frontal aos direitos sociais.

Convidamos tod@s ao debate, vamos junt@s construir um sindicalismo combativo em defesa dos direitos! Participe e compartilhe!

Serviço

Local: Unipampa - campus Jaguarão
Data: 30/01 - segunda-feira
Horário: 14h
Gratuito


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

NOTA PÚBLICA DA DIRETORIA DA SESUNIPAMPA - Apoio Técnicos Administrativos


NOTA PÚBLICA DA DIRETORIA DA SESUNIPAMPA


A direção da Seção Sindical dos Docentes da Universidade Federal do Pampa – SESUNIPAMPA – apoia o movimento de greve construído pelos Técnicos Administrativos de nossa universidade. Num momento de desmonte dos serviços públicos e da educação pública, o movimento paredista desta categoria posicionou-se corajosamente contra a PEC 55 que ameaça a existência da nossa universidade e as outras do país. Enquanto isto, a reitoria calou-se e não posicionou-se perante este estado de calamidade social imposto pelo governo ilegítimo de Michel Temer. Somos contra o corte de ponto destes e destas colegas e contra qualquer retaliação aos servidores e servidoras. O direito de greve esta previsto na Constituição de 1988. Nos posicionamos contra qualquer tentativa de imposição de recuperação das horas não trabalhadas, e que ataquem a autonomia política destes e destas servidoras. Reafirmamos o apoio as e os colegas, na continuidade da unidade de luta de todas as categorias pela educação pública, gratuita, laica e de referência social.

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

RELATO DA PARTICIPAÇÃO DA SESUNIPAMPA NO ATO UNIFICADO DO DIA 29 DE NOVEMBRO

No ato unificado entre trabalhadores, estudantes e movimentos sociais, contra a PEC 55, que aconteceu em Brasília no último dia 29 de novembro, a direção da SESUNIPAMPA esteve presente com o professor Guinter Tlaija Leipnitz. Agradecemos mais uma vez à Regional–RS do ANDES-SN pelo seu apoio financeiro e logístico para garantir nossa presença neste importante dia de lutas. Abaixo, segue o relato do professor Guinter.

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“Na última terça feira, dia 29 de novembro, milhares de trabalhadores, estudantes e integrantes de movimentos sociais, vindos de todo o Brasil, realizaram um grande ato na Esplanada dos Ministérios em Brasília para protestar contra a aprovação da PEC 55, que congela por 20 anos os gastos primários da União, especialmente em setores como Saúde e Educação. Uma multidão colorida, majoritariamente com a cara da juventude brasileira, protagonista das ocupações em todo o território nacional, estava lá para fazer ouvir a sua voz diante do Congresso. Mesmo com o país em choque, absorvendo os primeiros impactos da tragédia que acometeu o avião da Chapecoense, o Senado Federal não teve nenhum pudor em seguir adiante com o primeiro turno da votação da ‘PEC do Fim do Mundo’.

A manifestação, que, de acordo com estimativas do ANDES, contou com mais de 30 mil pessoas (como há muito não se reunia em Brasília em termos de uma marcha unificada de entidades sindicais e movimentos sociais), teve início em frente ao prédio do MEC. Ali, todos tiveram a oportunidade de ouvir uma fala de Maria Lucia Fatorelli, da Auditoria Cidadã da Dívida. Ela alertou mais uma vez sobre o futuro tenebroso que a aprovação da PEC significará em termos do investimento público nas áreas sociais, e como a PEC deixa intocado o sistema do pagamento da dívida pública brasileira, que devora a maior fatia do orçamento da União anualmente para garantir a remuneração de banqueiros, rentistas e especuladores.

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Depois disso, as diferentes entidades sindicais, coletivos e movimentos sociais, se agruparam na rua para marchar até o Congresso. A multidão animada gritava palavras de ordem contra o governo e a PEC. Chegando no gramado em frente à rampa de acesso e ao espelho d’água, encontramos a “Casa do Povo” fechada ao povo, cercada por um forte esquema de segurança encabeçado pela Tropa de Choque da Polícia do Distrito Federal. Cerca de 15 minutos depois de ocupar o gramado, exigindo a rejeição da PEC por parte do Senado, recebemos as boas vindas com bombas e gás lacrimogênio lançados pela Polícia. Grande parte dos manifestantes começou a dispersar, em pânico com a reação policial.

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A partir daí, a Esplanada dos Ministérios transformou-se em uma praça de guerra poucas vezes vista na história da Capital Federal. Vidros foram quebrados, carros ateados em fogo, e uma viatura da polícia foi virada por manifestantes. A ação policial foi, no entanto, desproporcional, seguindo uma prática de repressão aos movimentos sociais que remonta à época da ditadura, aplicando métodos que representam o mesmo que ‘esmagar moscas com um martelo de pilão’. O carro de som do ato foi encurralado e alvejado com gás; helicópteros lançavam bombas do céu. Há imagens, vídeos e relatos de muitas pessoas feridas com as balas de borracha e os estilhaços, desacordadas, e mesmo desparecidas, sendo em sua maioria estudantes. A Polícia e a imprensa falam em 'vandalismo' por parte da gente que se manifestava, mas silenciam sobre a violência física desencadeada contra a juventude e os trabalhadores, a violação dos direitos sociais e o comprometimento do futuro do país com as consequências da PEC.

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Apesar de ter se tornado mais um episódio de violenta repressão do Estado contra sua população, o ato do dia 29 demonstrou que há sim setores da sociedade dispostos a não entregar de mão beijada os direitos conquistados a duras penas por gerações que nos antecederam, e que foram consubstanciados na Constituição Cidadã de 1988. Também, ficou evidente que o movimento docente só tem força quando se integra aos demais movimentos sociais, reconhecendo-se como trabalhadores e servidores públicos com causas em comum. Precisamos fortalecer a luta e não esmorecer. A PEC 55 ainda passará pelo segundo turno no senado, no dia 13 de dezembro. Mesmo sendo aprovada, a luta não cessa no final do ano: 2017 será um período de intensas lutas com o avanço do processo de golpe em curso no país. É fundamental que todos estejamos prontos para defender nossas condições de trabalho, a produção de conhecimento autônomo, e o direito à Saúde e Educação com o devido investimento público.”